Vamos seguir os jogos em ordem cronológica, obviamente as datas de lançamento vão ficar todas bagunçadas. E vamos resumir os principais eventos de cada jogo, porque é muita história e nem dá pra entrar nos detalhes sem ficar horas e horas falando, então vai ser direto ao ponto.
Pra começar, nunca se chamou Yakuza…
A série de jogos, no Japão, nunca se chamou Yakuza. Lá ela sempre foi chamada de Like a Dragon, Como um Dragão, mais precisamente de Ryu Ga Gotoku, que também é o nome do estúdio. No Japão existe um grande problema em sair falando de yakuza pra lá e pra cá, é meio pesado – e pode trazer complicações.
Só que na hora de vender o jogo para o ocidente, o que vende mais? Um jogo que se chama Como um Dragão ou um jogo que se chama Yakuza? No fim foi uma escolha comercial.
Agora que a franquia já está mais consolidada, e depois do sucesso do último jogo grande, que já tem Like a Dragon no título, a série passa a se chamar Like a Dragon mundialmente, e tá tudo bem, já que o foco tem sido mais no submundo do crime e não só no mundo da yakuza em si.
A série Yakuza estreou no Japão em 2005 e já tem mais de 20 jogos publicados, incluindo spin-offs, remakes, remasters e mobile. Ela ficou muito conhecida com o estilo ação-aventura beat ‘em up misturado a um novelão japonês. A ideia foi criada por Toshihiro Nagoshi, que na época queria criar um jogo diferente do que estava sendo produzido por aí e não queria competir com o mercado americano das desenvolvedoras que tinham orçamento enorme, como a Rockstar, Activision e EA. Então ele fez com que o foco dos jogos fosse destinado especificamente para homens japoneses.
Ele achava muito legal a ideia de andar pelas ruas de Tokyo, porém a equipe não tinha experiência nesse estilo de jogo ainda, já que o portfólio deles englobava Virtua Fighter 3 e Super Monkey Ball, por exemplo. Mas no fim deu tudo certo e o público adorou.
Inicialmente, a história principal foi supervisionada pelo escritor Hase Seishu, conhecido por publicar justamente histórias de crime da yakuza e autor do livro que virou o filme Sleepless Town em 98. Inclusive os próprios jogos da série Yakuza ganharam um filme em 2007, em live-action, com uma história separada. E, para não dizer que foi esquecido no churrasco, em 2024 a Prime Video também fez uma versão live-action em 6 episódios – e que infelizmente deixou muito a desejar. Algumas histórias ficam melhores apenas no videogame.
Gameplay além da porradinha

Fora todo drama envolvendo a narrativa, porque tem muita cutscene e resoluções unicamente com base na porrada exagerada, a série é bem conhecida pelo humor peculiar. Os jogos são cheios de minigames inusitados, como por exemplo o de administrar uma empresa com batalha estilo jo-ken-po, ou o karaokê sempre presente para cantar a triste Baka Mitai – e vários outros muito criativos.
Tem até os famosos arcades para jogar dentro dos jogos. É aquele Inception doido, o jogo dentro do jogo. A versão B do Virtual Fighter 5 Final Showdown, por exemplo, você só consegue jogar dentro dos jogos do Yakuza. Então dá sim pra perder umas boas horas de gameplay só dentro dos Club Sega.
As missões secundárias também sempre são interessantes e meio bizarras. Tem de tudo que é possível imaginar. Inclusive, muita gente diz que os criadores se baseiam em histórias reais (ou fanfics reais?) para escrever elas. Eles vão até às ruas e bares de Shinjuku, que é o bairro mais vida noturna em Tokyo, e ficam ouvindo histórias que a galera conta.
E já que estamos falando de bares, Yakuza sempre se passa em um distrito baseado nos reais do Japão. Por exemplo, a história se passa muito em Kamurocho, que é o nome fictício do distrito de Kabukicho, que fica no bairro de Shinjuku. Nos jogos eles trocam os nomes dos bairros.
Inclusive, muitos restaurantes e estabelecimentos que são encontrados no jogo, existem de verdade. Alguns a Sega só troca o nome mesmo, mas você sabe qual é a marca, porque é visualmente parecido. Por conta disso tudo, é sempre muito difícil jogar com fome, já que as comidas são bonitas e eles ainda te dão uma descrição quase detalhada. Eu cheguei a anotar receita de um prato para fazer em casa.
Ao longo dos jogos, você se depara com foto de várias japonesas pelos clubes e em fitas de vídeos. Elas são atrizes reais, assim como os personagens também são baseados em celebridades japonesas. Existe toda uma vontade por parte das atrizes/streamers de participar dos jogos. Então, sim, você pode acompanhar o seu yakuza favorito no Instagram mais próximo.
Agora até na Nintendo
Até pouco tempo atrás, não era possível encontrar os jogos da franquia no console da Nintendo. Como Yakuza tem um conteúdo considerado mais adulto, o produtor executivo da série, Masayoshi Yokoyama, chegou a dizer em entrevistas que o Nintendo Switch era, até então, um console feito pra toda família e que isso vai contra o clima underground que os jogos da Yakuza possuem. Apesar disso, Yakuza 1 & 2 HD chegaram a sair pra Wii U em 2013, mas com exclusividade no Japão. Foi meio que um experimento pra ver se vendia bem, mas parece que não foi o caso mesmo. Apesar desse samba todo, os jogos foram lançados para Nintendo Switch recentemente – abrindo uma grande porta de entrada para novos jogadores.
Justamente por ter temas mais adultos, e até pouco explorado por outros jogos, Yakuza aborda questões como classe social, diferença cultural, crime organizado e várias outras questões sociais relevantes como discriminação com imigrantes coreanos e chineses.
E ao mesmo tempo, em yakuza você é um criminoso que não pode praticar crimes, por assim dizer. Você não pode cometer crimes ou atacar as pessoas na rua simplesmente. Bem diferente do GTA, né? O criador Nagoshi disse: “eu simplesmente não consigo promover a emoção de que matar é divertido, que cometer um crime é divertido.”
O protagonista da série principal de Yakuza é o Kazuma Kiryu e o que mais tem é meme dele por aí. E, um detalhe importante: Kiryu não bate em mulher. Por ser uma característica importante do personagem, esse é um dos motivos pelo qual você não encontra o Kiryu numa parceria com o Tekken 8. O criador de Yakuza já disse que não gostaria de ver o Kiryu batendo em mulher e tem bastante personagem feminina nos jogos de luta. Apesar de existirem convites de parceria e um grande interesse do público em ver o Dragão de Dojima (como ele é conhecido por ter conquistado fama e respeito dos membros da família Dojima) dando porrada em outros jogos, isso provavelmente não vai acontecer.
O começo do zero: Yakuza 0 (1988-1989)

Pulando direto para 2015 com o lançamento do Yakuza 0, que seria um prequel de toda a série. Ou seja, ele saiu 10 anos depois do primeiro jogo oficial. Mas, a história de Yakuza 0 se passa em 1988.
Kiryu, com seus 20 aninhos, é um membro recente da yakuza e se envolve em um problema de coletas de débito e de um terreno misterioso. A família Dojima, que faz parte do clã Tojo (cada clã tem várias famílias abaixo dela) do qual o Kiryu também faz parte, e está tentando comprar esse terreno. E com isso, acredita-se que isso vai fazer com que o patriarca da família Dojima vire o presidente do clã Tojo e se torne o homem mais importante de Kamurocho.
O problema que o Kiryu se envolveu, fez ele ser acusado de um crime que ele não cometeu e então ele precisa prestar contas pros chefões da yakuza. Nisso ele é expulso da yakuza, forja alianças pra resolver a confusão, é perseguido e precisa salvar pessoas – afinal, ele é nosso herói. Mas no fim dá tudo certo, o Kiryu consegue voltar pra família Dojima sob um novo juramento e acreditando que vai encontrar o próprio caminho como um yakuza.
Nesse jogo, além de acontecer o primeiro encontro com o Goro Majima, que é um dos personagens favoritos do fandom, e aqui ele tem seu próprio plot (dividindo assim o tempo de tela com Kiryu e então os capítulos são alternados entre eles). Majima, no auge dos seus 24 anos, conhecido como o Cachorro Louco de Shimano, vive em Sotenbori (Osaka) e trabalha como gerente do luxuoso Grand Gabaret. Mas essa vida não foi a que ele escolheu, ele foi expulso também da yakuza e mantido em uma espécie de prisão por desobedecer ordens da família Shimano. Ele precisa então acumular 500 milhões de ienes e seguir os comandos de Tsukasa Sagawa. Sagawa então oferece um acordo: Majima poderá voltar ao clã se matar uma mulher chamada Makoto Makimura. Só o que ele não contava é que depois de descobrir quem é Makoto, ao invés de cumprir a missão, ele decide protegê-la.
E é nesse ponto que os caminhos do Dragão de Dojima e do Cachorro Louco de Shimano se cruzam pela primeira vez. Makoto tem tudo a ver com terreno misterioso, mas pelo menos os dois protagonistas tem bom coração e fica tudo bem.
Yakuza 0 é um excelente jogo para começar a sua aventura no mundo Yakuza, caso ainda não tenha iniciado.
O primeiro: Yakuza (1995-2005)

Em 2005 aconteceu o lançamento do primeiro jogo efetivamente, Yakuza 1, e em 2016 ele já ganhou um remake chamado de Yakuza Kiwami. A história, que começa em 1995, um pouco depois do fim de Yakuza 0, em que o patriarca da Dojima morre para o melhor amigo do Kiryu, o irmãozão dele, Akira Nishikiyama, que foi criado no mesmo orfanato. Kiryu, como é super altruísta, assume a culpa por ele e fica preso por 10 longos anos. Nisso, ele é expulso de novo do clã Tojo, afina… não era pra matar o patriarca que faz parte de uma das famílias do clã Tojo. Só tem um porém nessa história toda, o grande amor da vida dele, Yumi, foi sequestrada e 10 bilhões de ienes somem dos cobres do clã Tojo. Resta ao herói do submundo não só encontrar ela, como recuperar essa grana toda. Além, de claro, ser babá da garotinha que ele encontra no caminho e que diz ser filha da irmã de Yumi
O game termina com Kiryu sendo indicado para ser o novo presidente do clã Tojo, mas ele renuncia, porque ele resolver cuidar da tal garotinha, chamada Haruka, de 9 anos e que na verdade é filha da Yumi.
Continuando a saga em Yakuza 2 (2006)

Agora em 2006, Yakuza 2 desembarca no mundo e que já ganhou um remake em 2017 chamado de Yakuza Kiwami 2.
Em Yakuza 2, o clã Tojo está de mal a pior e a ponto de rolar uma guerra com o clã rival, a Omi Alliance. O Tojo pede ajuda para o Kiryu, já que esse homem não tem um minuto de paz. Só que o Kiryu vive um momento muito pacífico da vida dele e vai precisar resolver o problema de uma forma não tão pacífica.
Um pulo no Yakuza 3 (2009)

Já em em 2009 temos Yakuza 3, o qual já ganhou um remaster, dessa vez não foi um remake, em 2018. A história se passa em 2007, seguindo direto de onde terminou o anterior. Kiryu administra um orfanato, o Morning Glory. Até que ele descobre que seus antigos aliados foram baleados e de novo precisa lidar com o mundo do crime. Nesse tem CIA no meio, novas surpresas amorosas e uns fantasmas do passado.
Mais protagonistas em Yakuza 4 (2010)

Em Yakuza 4, lançado em 2010 e a versão remasterizada em 2019, a história dá um tempo naquela trama toda do Kiryu e agora foca em outras situações. Kiryu divide os holofotes com mais 3 personagens: Shun Akiyama, Taiga Saejima e Masayoshi Tanimura. Importante é que: nesse ponto, Kiryu já tem seus 42 anos e a Haruka 14.
Kiryu e sua turma em Yakuza 5 (2012)

Yakuza 5, lançado em 2012, dá um pulo ainda maior e agora são 5 protagonistas: Kiryu, Shin Akiyama, Taiga Saejima, a própria Haruka e por fim Tatsuo Shinada, que é um personagem novo na trama. Não à toa que ele levou o dobro de tempo de desenvolvimento. Até então era 1 game por ano, igual Pokémon. Os desenvolvedores queriam que esse jogo fosse um recomeço para a série, tratando o Yakuza: Dead Souls, sim jogo de zumbi, como um fim de tudo que tinha sido desenvolvido até ali – mas ele não é canônico. Dead Souls é um spin-off survival horror e lançado em 2011.
Em Yakuza 5, Kiryu está tentando de novo ter aquela vidinha mansa, onde ele até troca de nome pra Suzuki Taichi. Haruka por outro lado está tentando seguir com a vida de idol pop. Isso até ela se meter em uma confusão envolvendo a sua agente junto com Shin Akiyama. E aí, claro, Kiryu tem que abandonar a vida calma e cai de novo no meio das questões da Omi Alliance e o do clã Tojo de novo. Termina com a revelação para o mundo da origem da Haruka, filha de um cara da yakuza com a Yumi.
O som da vida: Yakuza 6 (2016)

Yakuza 6: The Song of Life foi lançado em 2016 e segue com os acontecimentos no mesmo ano, 2016. Nele, acompanhamos a continuação de tudo que rolou no Yakuza 5. As revelações da vida da Haruka atrapalham a carreira dela, Kiryu tentando se manter de pé depois de um combate decisivo e logo depois já vai preso de novo. Haruka some de novo, ele precisa ir atrás dela e ainda descobre que ela teve um filho. E, obviamente, isso sobra para o Kiryu de novo.
Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name (2019)

E pra fechar a jornada do Kiryu mesmo, em 2023 saiu o curtinho Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name. Gaiden significa “história lateral”, side story. De certa forma faz sentido.
Nesse, que a gente carinhosamente chama de 6.5, porque a história dele se passa logo depois do 6 e antes/um pouco durante o 7, em 2019, nós acompanhamos as consequências do final do 6 com o Kiryu fingindo a sua própria morte. Para proteger o orfanato e aqueles que ele ama, ele faz um acordo e precisa de novo deixar a vida pacata pra ser quase que um agente secreto. Aqui ele muda o nome pra Joryu.
O lindo desse jogo não é nem só o momento Vingadores, com tudo que é personagem da trama numa grande porradaria, e sim a passada de bastão de protagonista. Esse jogo traz também, talvez, o momento mais emotivo da série toda com o fim da era Kazuma Kiryu.
Um novo protagonista em Yakuza: Like a Dragon (2001-2019)

Em 2020 o mundo ganhou o famoso Yakuza: Like a Dragon, ou mais conhecido como Yakuza 7. Esse também é uma boa porta de entrada pra série, já que ele dá uma reiniciada na história com o novo protagonista na jogada: Ichiban Kasuga.
E além de um protagonista diferente, o jogo como um todo chegou bem único. Pela primeira vez, Yakuza é um JRPG. O sistema de luta agora é batalha por turno, bem conhecido pelos amantes de Dragon Quest e afins. A questão é que a ideia inicial não era essa. A Sega fez um vídeo mostrando um jogo por turno e dizendo que esse seria o novo game. Mas era só pra ser uma pegadinha de primeiro de abril. A comunidade adorou a ideia, que era de brincadeira, e Toshihiro Nagoshi decidiu abraçar e implementar de verdade o sistema de turno no jogo. Funcionou não só super bem, como trouxe refresh merecido pra série.
Pela primeira vez não temos Kiryu tomando os rumos da história, mas a gente tem o Ichiban, que é super carismático (extrovertido e emotivo pra caramba) e ganhou um lugar no coração de todo mundo bem rápido. Até porque é bem difícil se desapegar de um personagem tão emblemático quanto o Kiryu por tantos anos. A história começa com Ichiban lá em 2001 como membro da família Arakawa, também pertencente ao clã Tojo. E assim como na jornada do Kiryu, Ichiban é culpado por um crime que não cometeu e fica 18 anos preso. Só que quando ele volta, o mundo tá completamente diferente, a tecnologia avançou bastante. O mundo mudou muito. Ele é traído pelo patriarca da família e abandonado em Yokohama. Agora como um ex-yakuza, ele se envolve em várias tretas de gangues japonesas, chinesas e coreanas – o submundo do crime além da yakuza.
Mas claro que como a série Yakuza é conhecida por ser um grande novelão, teve troca de bebês e o Ichi na verdade é filho do patriarca Arakawa, Masumi Arakawa – que acaba morrendo no fim do game.
Yakuza: Like a Dragon não só faz muita homenagem pra grandes nomes do JRPG como Final Fantasy e Dragon Quest, como ele brinca demais em menções diretas: o Ichiban é muito fã de Dragon Quest e se imagina como um herói de lá – o que deixa o gameplay bem mais divertido.
Uma coisa bem diferente aqui também é que por se tratar de batalhas por turno, o Ichiban tem uma party toda com ele. O Kiryu era um lobo solitário nas ruas de Kamurocho – pelo menos até dividir tela com outros protagonistas.
Like a Dragon: Infinite Wealth (2023)

Em 2024 ganhamos a continuação da saga do Ichiban, mas que trouxe os holofotes para o Kiryu novamente. Os dois alternam os capítulos e juntos precisam buscar Akane Kishida, a mãe biológica do Ichi, no Havaí. A história se divide em momentos no Havaí e nos lugares conhecidos como Kamurocho e Yokohama. Kiryu enfrenta uma luta contra um câncer de pulmão e Ichiban vive o luto de seu ídolo (e pai biológico) Masumi Arakawa. Em meio as ameaças ligadas ao culto chamado Palekana no Havaí, muitos personagens voltam para formar a maior party dos games.
Apesar do bom humor, os momentos do Kiryu falam muito sobre o luto e sobre não desistir de viver. O nosso Dragão de Dojima revive vários momentos dos outros jogos, é quase uma homenagem a toda sua trajetória. O game segue no estilo RPG de turno e com vários minigames carismáticos. Mas se antes não tínhamos uma passagem de bastão oficial, Infinite Wealth deixou bem claro esse momento. Kiryu, agora com seus cabelos grisalhos, finalmente se aposenta e deve seguir o resto dos seus dias lutando para aproveitar o tempo que tem.
Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii (2024)

Talvez um dos jogos mais desconexos da série, mas ao tempo com tudo conectado, Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii traz o Goro Majima como protagonista e vivendo uma inusitada novela pirata. A história se passa seis meses após o fim do Infinite Wealth, Majima desperta se memórias em uma ilha perto do Havaí. O Cachorro Louco de Shimano salva um garoto de piratas locais e assim forma a tripulação de piratas Goro para buscar o lendário Tesouro de Esperanza (sim).
Durante a jornada pelos mares, Majima precisa recuperar as suas lembranças e lidar com o culto Palekana (e ssim sim deu trabalho) junto a ex-membros da yakuza. Com batalha de navios, a gameplay retorna ao estilo beat ‘em up tradicional. Esse game mostra que Yakuza pode sim se aventurar em novas propostas que vai funcionar bem – e sem perder a essência.
Se você não se divertiu em Pirate Yakuza, o seu coração gamer já se perdeu. Mas o mesmo vale para todos os jogos da franquia, eles são dramáticos e divertidos. Realmente, é uma saga maravilhosa para acompanhar.
[atualizações em breve]
E para ampliar os seus conhecimentos com o mundo de yakuza, nesse vídeo nós te contamos um pouco sobre a origem da máfia japonesa:
