Se tem uma série que vez ou outra eu coloco pra assistir, mesmo anos depois do seu lançamento, é A Maldição da Residência Hill. Continua sendo uma das produções mais elogiadas do catálogo da Netflix. Criada por Mike Flanagan, a série não se limita a sustos e fantasmas. Ela é uma reflexão profunda sobre traumas, luto e a força dos laços familiares.

A trama acompanha a família Crain, que viveu momentos terríveis dentro da misteriosa Residência Hill. Anos depois, cada um dos irmãos precisa enfrentar os fantasmas do passado. Alguns literais, outros emocionais.

Por que você deve assistir?

O equilíbrio entre drama e terror é o que mantém a série relevante.
A fotografia é impecável, o elenco é afiado (com destaque para Carla Gugino, Victoria Pedretti e Oliver Jackson-Cohen), e a narrativa alterna entre presente e passado de forma fluida e inteligente.

O episódio do velório é um marco técnico: um plano-sequência quase inteiro, que mistura emoção e tensão de maneira brilhante.

Um dos grandes diferenciais da série está nos fantasmas escondidos em cena.
Durante os episódios, há dezenas de aparições sutis: figuras paradas em segundo plano, rostos nas sombras, mãos atrás de portas. A grande brincadeira pra quem quer revisitar a série, é ficar procurando os fantasmas escondidos nas cenas durante os episódios. Eu contei pelo menos uns quarenta.

Se for reassistir, conta ai nos comentários quantos fantasmas você encontrou! Vou aproveitar esse clima de final de ano e dar o play aqui de novo.

0 comentários